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Dicas | Saúde

Traumáticas

CONTUSÕES MECÂNICAS:

A dor cervical aguda, com rigidez, o chamado “torcicolo” e as lombalgias mecâno-postuais, normalmente são um espasmo, uma contratura da musculatura que dá sustentação, ocasionadas por movimentos e/ou postura inadequadas. São lesões extremamente frequentes, com duração de até 3 semanas, causando limitação funcional e piora aos esforços.

FRATURAS e LUXAÇÕES:

As fraturas e luxações da coluna vertebral são lesões que ocorrem mais comumente em pessoas jovens. Aproximadamente 43% dos pacientes com lesões da medula espinhal sofrem politraumas. A cada ano, 50 pessoas em um milhão sofrem uma lesão da medula espinhal. Dos que morrem no período de um ano após a ocorrência do acidente, 90% morrem a caminho do hospital. Com a criação dos centros traumatológicos regionais e com o aumento do treinamento de paramédicos e técnicos em medicina de emergência, aumentaram as chances de sobrevivência após lesões graves da medula espinhal.

Foi calculado recentemente, de uma forma geral, entre custos para o tratamento da saúde e perdas de produtividade de paraplégicos e tetraplégicos, chegando a 8 bilhões de reais por ano.
Uma história detalhada do mecanismo de lesão é importante, mas frequentemente não pode ser obtida por ocasião do exame inicial. As causas mais comuns de trauma espinhal são acidentes com veículos motorizados, quedas, acidentes de mergulho e ferimentos por projéteis de arma de fogo. Muitas vezes o diagnóstico acaba sendo tardio, por ser comum o erro diagnóstico com outras patologias, como traumatismo craniano, intoxicação alcoólica aguda e politraumatismos.

Um exame físico geral e uma detalhada avaliação neurológica são fundamentais para o correto diagnóstico. Importante frisar sobre a importância dos protocolos de atendimento de urgência e emergência, que deve ser seguido à risca, baseado nos scores que determinam o nível de consciência e a distribuição dos chamados “dermátomos”, como exemplifica o esquema abaixo:

A tomografia computadorizada é um excelente exame para avaliação de fraturas da coluna vertebral, pois mostra com precisão os eventuais fragmentos ósseos.
A ressonância magnética também é um exame subsidiário de grande valor, pois permite o exame dos discos intervertebrais, estruturas ligamentares de sustentação e elementos nervosos.
As síndromes da medula espinhal, resultantes de lesões traumáticas incompletas podem ser construídas a partir das de três padrões importantes:
1. Quanto mais poupadas estiverem as funções motoras e sensitivas mais distais (mais distantes) do local da lesão, maior será a expectativa de recuperação;
2. Quanto mais rápida a recuperação, maior a quantidade da recuperação;
3. Quando a nova recuperação cessa, e é atingido por um platô, não deverá ser esperada uma subsequente recuperação.

Por definição, uma lesão incompleta da medula espinhal é uma lesão em que alguma função motora ou sensitiva é preservada, distalmente à lesão medular. Uma lesão completa da medula espinhal se manifesta por uma perda motora e sensitiva total, distalmente à lesão.

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