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Dicas | Saúde

Degenerativas

HÉRNIA DISCAL

Cervical:

Doença dos discos na região cervical (área do pescoço), vem sido descrita na literatura médica desde 1838, com relatos mais próximos ao que conhecemos hoje a partir de 1934. Trata-se de um desgaste progressivo e uma tumefação do disco, seguida de um deslocamento do seu conteúdo , exercendo pressão no sentido do canal medular. Foram descritas associações com atividades de levantamento de objetos pesados, tabagismo, pressão axial na coluna e excesso de movimentos.
Com o avanço da degeneração do disco, a hipermobilidade do segmento entre as vértebras pode resultar numa instabilidade e/ou em alterações nas articulações da coluna, a chamada “artrose facetaria”, fato que também pode causar sintomas.

Os sintomas podem variar de acordo com o grau e a região da compressão do disco, na medula propriamente dita ou nas raízes que emergem da medula. As compressões nas raízes, em sua maior parte, ocasionam dor radiante até o braço ou peito, ocorrendo dormência nos dedos e debilidade motora. Pode também mimetizar doença cardíaca, pelas dores no tórax e braço, podendo ser intermitentes e combinados com dores no pescoço e ombro, mais frequentes.

Já quando a compressão é na linha média (mielopatia), os sintomas são singulares e variados. A dor tem localização indefinida, e o paciente tem a sensação de um “dolorido”. Pode ser descrita como ocasional dor aguda ou um formigamento. Pode ocorrer tanto na cintura escapular, quanto na cintura pélvica. Ocasionalmente, ela está associada a uma sensação generalizada de debilidade nas extremidades inferiores, e também a uma sensação de instabilidade.

Torácica:

Doença extremamente rara, com incidência entre 0,25 e 0,5% de todas as doenças de disco intervertebral. Pode ter sintomas vagos e enganosos, tendo dor torácica ou lombar alta, podendo ser também na região abdominal ou nas pernas. Pode ainda haver dormência e dificuldades de deambulação.

Lombar:

Embora sejam mais frequentes em indivíduos a partir da segunda década de vida, são mais comuns a partir da terceira ou quarta décadas de vida, em sua maioria, sadios. Em sua maioria, as pessoas relacionam suas dores nas costas e pernas a algum incidente traumático, mas um cuidadoso inquérito frequentemente revela que o paciente havia sofrido episódios intermitentes de dores nas costas ao longo de muitos meses, ou mesmo anos, antes do surgimento de dor intensa nas pernas. Em muitos casos, a dor nas costas tem uma natureza relativamente fugaz, sendo aliviada pelo repouso.

Frequentemente esta dor vem à tona por exercícios intensos, repetidos movimentos de dobrar ou girar o corpo, ou ainda em decorrência do levantamento de grandes pesos. Em outros casos, não pode ser descoberto um incidente exacerbante. Comumente a dor tem início na parte inferior das costas, irradiando-se para a região sacro-ilíaca e nádegas. A dor pode irradiar-se até a parte posterior das coxas.

A história mais comum da hérnia de disco lombar é a de dor repetida na parte inferior das costas e nas nádegas, aliviada pelo repouso, após breve período de tempo. Então, esta dor é subitamente exacerbada por um episódio de flexão, com um súbito surgimento de dor nas pernas, de intensidade muito maior que a dor nas costas.

Outros sintomas de uma hérnia de disco são a presença de dificuldade de se locomover e formigamento, tanto nas pernas quanto na região da virilha e testículo. Em casos graves (hérnias grandes) na linha média, em geral, na região mais alta da coluna lombar, podem ocasionar dormência e limitação motora nas pernas, dor na região retal, dormência na região perineal e eventualmente paralisia dos esfíncteres (estruturas que controlam a eliminação das fezes e urina.

Pode ser verificado clinicamente um desvio na coluna, ocasionado por um espasmo da musculatura paravertebral lombar (músculos que sustentam a coluna), que é sentido durante os movimentos ou durante a deambulação. Ainda, pode haver dor à palpação na região lombar ou no trajeto para as nádegas.

ARTROSE:

O desgaste das articulações (artrose facetaria) e os chamados e conhecidos “bicos de papagaio” caracterizam a artrose.


ESTENOSE DO CANAL MEDULAR:

Trata-se de uma redução do canal medular, em virtude de uma série de fatores, isolados ou mais comumente associados, como a hipertrofia (aumento) do tamanho das facetas articulares (articulações da coluna), hérnias de disco, tumores, espessamento de ligamentos, entre outras. Ocasiona, na maioria dos casos, sintomas típicos de dificuldades para andar, a chamada “claudicação neurológica”, quando o paciente apresenta dor e perda de força progressiva durante às deambulações, que melhora ao cessar a caminhada e ao sentar.

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